Assim como, a simastia adquirida, a causa da simastia adquirida submuscular também é a escolha de um implante muito grande para o tamanho do tórax ou excesso de descolamento.
Lembrando um pouco da anatomia, o músculo peitoral está inserido na clavícula, no esterno, no abdômen e no braço.
No caso da simastia, na colocação do implante, o que acontece é uma ruptura dessa inserção, tanto na região pré-esternal, quanto na região abdominal.
Pré-esternal refere-se à área anatômica localizada à frente do osso esterno, no centro do peito.
Isso faz com que o músculo se retraia, e a prótese venha parar na região pré-esternal. Ela fica fixa nessa região, ou ela acaba tendo uma movimentação porque o músculo está desinserido.
Nesses casos, a única solução segura é a retirada do implante, reinserção do músculo no esterno, e nas costelas, na parte inferior, criação de uma nova loja, colocação do implante nessa loja subglandular.
Existem algumas técnicas descritas de manutenção do implante na loja submuscular, mas não são cofiáveis.
Essa minha técnica, pode parecer um pouco mais complexa, mas pelo contrário, a simastia adquirida submuscular é o tipo de simastia mais simples de ser resolvido.
E o que mais importante: se é simastia tem tratamento.
Ficou alguma dúvida? Entre em contato que te explico melhor.
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Dr. Jonathas Aquino Cirurgião Plástico
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